Mulher realiza sonho de ser velada viva no Dia de Finados

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Mulher realiza sonho de ser velada viva no Dia de Finados
Mulher realiza sonho de ser velada viva no Dia de Finados


Mulher realiza sonho de ser velada viva no Dia de Finados: A mulher foi maquiada por funcionárias de uma funerária. “Ela pediu o caixão mais bonito, disse que queria ser velada para sentir o prazer de morrer”

Um caso bizarro foi registrado neste Dia de Finados, 2 de novembro, na Camocim, a 370 quilômetros de Fortaleza-CE. Uma mulher identificado apenas por Vera, realizou o sonho de ser velada ainda viva. O desejo foi permitido pelo proprietário do Cemitério Jardim Eterno, identificado por Paulo.

Ela chegou ao local às 7h e deve ficar até às 17h, informou o funcionário do cemitério, Francisco das Chagas Gomes, 32 anos. Ela vai passar o dia todo. Começou de manhã. O seu Paulo (dono do cemitério) deixou”. Familiares de Vera acompanharam o velório pela manhã, mas desde o início da tarde ela está sozinha, conta Francisco ao jornal O Povo.

Mulher realiza sonho de ser velada viva no Dia de Finados
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Vera é moradora da Praia de Maceió, localizada a 20 quilômetros da cidade de Camocim. “Essa senhora sempre teve o sonho de ser velada. Em todo enterro na região ela está presente. Segura os caixões das pessoas que morrem, acompanha o velório, beija os defuntos”, explicou ao Tribuna do Ceará o professor de Educação Física Maryo Jorge, que espalhou as fotos pelas redes sociais.

O morador de Camocim afirmou que se deparou com a situação no momento em que ia visitar o jazigo da avó. “A Vera é colega da minha mãe. Conversamos com ela, que disse que estava tudo bem, só bebendo água de coco e chá”, comenta.

De acordo com Maryo, a mulher foi maquiada por funcionárias de uma funerária. “Ela pediu o caixão mais bonito, disse que queria ser velada para sentir o prazer de morrer”.

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Curiosos, moradores de Camocim visitam a mulher e fazem fotos no cemitério. “Tem muita gente indo ver. Quando fomos, não havia ninguém da família, mas ela que pediu para filmarmos e colocarmos na internet”, conclui.

 

CASO NO PIAUÍ

No final do mês de agosto deste ano, o empresário Helder Eugênio, de Teresina-PI, também apareceu em um caixão. A “maluquisse” do piauisense, no entanto, tinha fins lucrativos. Ele pretendia arrecadar com o que ee chamou de campanha publicitária, cerca de R$ 320 mil reais para construir um mausoléu par ele mesmo em Campo Maior, cidade onde nasceu o empresário.

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