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FRACASSO: Com arquibancadas vazias 7 de setembro de Brasília já é um dos mais fracos da história; VEJA VÍDEOS

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FRACASSO: Com arquibancadas vazias 7 de setembro de Brasília já é um dos mais fracos da história; VEJA VÍDEOS

Durante a gestão de Jair Bolsonaro, os desfiles de 7 de setembro em Brasília mobilizaram milhares de pessoas de todo o país, para prestigiar o evento, envolto pela atmosfera política. A onda patriótica passou. No desfile que ainda está acontecendo, as ruas de Brasília estão vazias e arquibancadas vagas. ASSISTA

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MAIORIA DO STF VIRA AS COSTAS PARA MORAES E RECUSA ASSINAR CARTA DE APOIO

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MAIORIA DO STF VIRA AS COSTAS PARA MORAES E RECUSA ASSINAR CARTA DE APOIO

O ministro Alexandre de Moraes enfrentou uma dura realidade nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). Após ser incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos, ele tentou articular uma carta de apoio assinada por todos os ministros da Corte. A ideia era demonstrar unidade e repudiar a decisão americana, mas a iniciativa encontrou forte resistência.
Mais da metade dos ministros considerou a proposta inapropriada e recusou qualquer participação no manifesto. O gesto de Moraes foi visto por alguns como uma tentativa de politizar a Corte em meio a uma questão externa, o que gerou desconforto generalizado. O plano de obter apoio unânime desmoronou, evidenciando uma fissura silenciosa dentro do STF.
Diante da negativa da maioria dos colegas, a solução encontrada foi divulgar uma nota genérica, sem tom crítico, redigida e assinada apenas pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso. O texto sequer menciona os Estados Unidos, frustrando ainda mais as expectativas de Moraes, que contava com um posicionamento forte e direto da instituição.


Como tentativa de reforçar o gesto de apoio, o Palácio do Planalto organizou um jantar no Palácio da Alvorada, reunindo o presidente Lula e os ministros da Suprema Corte. O evento tinha o objetivo de criar uma imagem de união e solidariedade a Moraes. No entanto, a ausência de quase metade dos ministros transformou o encontro em mais um sinal de distanciamento.


Dos onze membros do STF, apenas seis compareceram ao jantar. Entre os ausentes estavam nomes importantes como Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Dias Toffoli e Nunes Marques. O gesto silencioso dos que não apareceram foi interpretado nos bastidores como uma clara mensagem de insatisfação com a postura de Moraes.

MAIORIA DO STF VIRA AS COSTAS PARA MORAES E RECUSA ASSINAR CARTA DE APOIO
MAIORIA DO STF VIRA AS COSTAS PARA MORAES E RECUSA ASSINAR CARTA DE APOIO


Até mesmo ministros que compareceram ao evento demonstraram desconforto. Edson Fachin, por exemplo, teria marcado presença por obrigação institucional, já que será o próximo presidente da Corte. Nos bastidores, a percepção é de que a situação está cada vez mais insustentável, e que Moraes vem arrastando o STF para um desgaste desnecessário.
A crise interna se intensifica à medida que decisões individuais de Moraes passam a incomodar outros magistrados. A tentativa de transformá-lo em símbolo de resistência política está encontrando resistência dentro do próprio Supremo. O isolamento de Moraes cresce à medida que ele busca apoio público para questões cada vez mais controversas.

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Aliados próximos ao ministro já admitem que ele saiu enfraquecido dos últimos episódios. A tentativa frustrada da carta e o jantar esvaziado são indicativos de que a base de apoio interna já não é mais a mesma. O silêncio de ministros tradicionalmente discretos agora soa mais alto do que qualquer discurso.

O Supremo, historicamente marcado por disputas silenciosas e estratégias de bastidor, agora vê sua coesão interna colocada à prova. Moraes, antes visto como figura central e influente, enfrenta seu maior teste: manter relevância sem arrastar a Corte para um confronto institucional com consequências imprevisíveis.

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Empresário Emanuel Madaleno é investigado pela AGT por suspeita de evasão fiscal

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O empresário Manoel Madaleno depois de ter vivido uma derrota recente em processo judicial chamou a atenção das autoridades para possíveis irregularidades em sua conduta financeira e nos negócios em que está envolvido.

A notícia foi publicada neste sábado (23), de acordo com fontes confidenciais do Secreto News, Emanuel Madaleno está sendo investigado pelo AGT por alegações graves, incluindo a suspeita de evasão fiscal.

As informações obtidas indicam que Madaleno pode ter se envolvido em práticas ilícitas, tais como a inflação dos custos operacionais, com o intuito de sonegar impostos. Essas alegações sugerem que o empresário teria manipulado os registros financeiros de suas empresas de forma a diminuir os lucros declarados, evitando assim o pagamento dos tributos devidos ao fisco.

A evasão fiscal é uma infração grave e considerada crime em muitos países, pois prejudica a arrecadação de recursos necessários para o funcionamento do Estado e a prestação de serviços públicos à população. Caso as suspeitas sejam comprovadas, Emanuel Madaleno poderá enfrentar consequências legais significativas, incluindo multas elevadas e até mesmo processos criminais.

Além da suspeita de evasão fiscal, o empresário também está sendo investigado por apropriação de bens que não lhe pertencem. Essas alegações indicam que Madaleno teria se apropriado indevidamente de propriedades ou recursos pertencentes a seu irmão doutor Álvaro Sobrinho, o que também configura uma conduta ilegal sujeita a penalidades legais.

É importante ressaltar que a investigação está em andamento e que as acusações contra Emanuel Madaleno são apenas alegações que precisam ser devidamente comprovadas.

A IGAE continuará a conduzir a investigação de maneira imparcial e minuciosa, visando esclarecer todas as questões relacionadas à conduta financeira de Emanuel Madaleno. O desfecho desse processo terá implicações significativas não apenas para o empresário em questão, mas também para a fiscalização e controle das atividades empresariais, bem como para a integridade do sistema tributário em geral.

O Secreto News tudo fez para ouvir Emanuel Madaleno, mais este negou prestar quaisquer declarações ao nosso portal. Com informações do Secreto News/Foto:Reprodução

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Youtuber britânico faz ‘turismo’ em favela do RJ e mostra atuação do tráfico

Timmy Karter mostrou abertamente a venda de maconha, cocaína e lança-perfume

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Youtuber britânico faz ‘turismo’ em favela do RJ e mostra atuação do tráfico

Youtuber britânico faz ‘turismo’ em favela do RJ e mostra atuação do tráfico. O youtuber britânico Timmy Karter, com mais de 130 mil inscritos em seu canal, fez uma espécie de “turismo” numa favela do Rio de Janeiro. O vídeo circulou nas redes sociais na quinta-feira 11.

Nas imagens, é possível ver Karter andando na garupa de uma moto. O motorista parece ser morador da favela. Ao se aproximarem das regiões povoadas pelos traficantes, o motoqueiro adverte: “Aqui não pode gravar, chefe”. Em seguida, há um corte no vídeo.

A gravação volta com o youtuber já numa barraca que vende drogas. Uma bandeira com a estampa do Comando Vermelho, maior facção criminosa do Rio de Janeiro, forra uma das “lojas”.

Em certo momento da gravação, Karter se assusta com o baixo preço dos entorpecentes. “No Reino Unido, isso custa US$ 200”, disse o britânico, referindo-se a 3 gramas de cocaína. Na favela, estava US$ 4.

O vídeo mostra que as barracas vendem abertamente maconha, cocaína e lança-perfume. Não há a presença de policiais no local.

A mazela que o youtuber britânico não conhece

Essa cena não é privilégio do Rio de Janeiro. Em 26 de abril, por exemplo, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação para conter o tráfico internacional de cocaína originada no Peru, na Colômbia e na Bolívia. O destino da droga seriam os Estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil.

As medidas judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Araguaína (TO) e incluem 28 mandados de prisão preventiva e 95 de busca e apreensão. Também determinam a apreensão de 16 aeronaves, sequestro de três propriedades rurais e bloqueio de valores. Segundo a PF, o total de apreensões pode chegar a R$ 300 milhões.

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Foram mobilizados 400 policiais federais, servidores da Agência Nacional de Petróleo e da Agência Nacional de Aviação Civil. Também colaboraram equipes da Polícia Militar dos Estados de Tocantins, do Maranhão e do Piauí.

As investigações tiveram início em novembro de 2020, com a apreensão de 815 quilos de cocaína, na cidade de Tucumã (PA), pela Polícia Militar do Pará.

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