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Porto do Mangue

CLÍNICA DO CAOS: MÉDICOS ABANDONAM PORTO DO MANGUE E ESCANCARAM O COLAPSO DA SAÚDE PÚBLICA

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CLÍNICA DO CAOS: MÉDICOS ABANDONAM PORTO DO MANGUE E ESCANCARAM O COLAPSO DA SAÚDE PÚBLICA

Profissionais com anos de atuação na cidade deixam os cargos em meio à precariedade, baixos salários e abandono das unidades de saúde.

A crise na saúde pública de Porto do Mangue atingiu um novo e grave estágio. Os principais médicos da cidade, com anos de serviços prestados à população, decidiram se desligar dos cargos diante da total falta de condições de trabalho. A decisão escancara o colapso que atinge diretamente a UPA e as UBS do município.

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Segundo relatos, as unidades sofrem com falta constante de medicamentos, escassez de insumos básicos e até mesmo ausência de produtos de limpeza, o que compromete a higiene e coloca em risco tanto os pacientes quanto os profissionais da saúde.

Além do cenário de abandono, os médicos enfrentam salários extremamente baixos. Plantões de 24 horas estão sendo pagos a cerca de R$ 1.240 brutos, o que representa R$ 800 líquidos valor muito abaixo do piso recomendado nacionalmente, que gira

Porto do Mangue

Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

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O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.

A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.

A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.

Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.

Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.

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Porto do Mangue

MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

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O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.

De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.

Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.

O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.

Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.

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Porto do Mangue

CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

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Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.

De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.

O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.

Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.

No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.

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