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Porto do Mangue

Enquanto o povo sofre, o prefeito ostenta: a vergonha da saúde em Porto do Mangue

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A saúde pública de Porto do Mangue vive seu pior momento — e não é por falta de dinheiro. A Prefeitura já arrecadou mais de R$ 18 milhões só em 2025, mas a realidade da UPA do município é vergonhosa: falta desde alimentação para os plantonistas até copos descartáveis para os pacientes.

Profissionais de saúde estão sendo empurrados ao limite, trabalhando em condições desumanas, sem insumos básicos, sem estrutura, sem respeito. Nos últimos dias, funcionários tiveram que improvisar para beber água e administrar medicamentos — uma situação inadmissível em qualquer cidade, ainda mais em uma que está com os cofres cheios.

Enquanto isso, o prefeito Faustino parece viver em um universo paralelo de luxo e ostentação. Carro novo. Apartamento novo. E a população? Sem atendimento digno. Sem medicação. Sem o básico. É a política do “farinha pouca, meu pirão primeiro” levada ao extremo.

A denúncia vai além do descaso: é um escândalo moral. Funcionários contratados estão há meses sem salário. Alguns receberam apenas R$ 750 — uma quantia que não cobre nem as contas de luz e alimentação. Outros seguem sem receber absolutamente nada, mesmo cumprindo suas obrigações com dignidade.

Como explicar o contraste gritante entre o sofrimento do povo e o luxo do gestor? Como justificar o abandono da saúde pública diante de milhões em arrecadação? A resposta é simples: má gestão, descaso e uma ausência total de compromisso com a população.

O povo de Porto do Mangue exige respostas — e merece muito mais que promessas vazias. A saúde é um direito, não um favor. E quem ocupa a cadeira de prefeito tem o dever de garantir esse direito. Caso contrário, deve ser cobrado com firmeza, pelos cidadãos e pela Justiça.

Porto do Mangue grita por socorro. E já passou da hora de alguém escutar.

Porto do Mangue

Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

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O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.

A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.

A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.

Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.

Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.

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Porto do Mangue

MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

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O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.

De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.

Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.

O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.

Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.

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Porto do Mangue

CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

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Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.

De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.

O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.

Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.

No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.

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