Porto do Mangue
PORTO DO MANGUE TORRA QUASE R$ 2 MILHÕES COM ALUGUEL DE CARROS ENQUANTO A POPULAÇÃO SOFRE NO CAOS

É revoltante: enquanto os moradores de Porto do Mangue enfrentam a precariedade nos serviços de saúde, educação e infraestrutura, a Prefeitura prepara um contrato milionário para alugar veículos. São quase R$ 2 milhões empenhados em carros, muitos deles de luxo, enquanto falta o básico para a população.
O contrato milionário chama atenção não apenas pelo valor, mas pelo momento em que é lançado. A cidade está às escuras literalmente após ter a energia da sede da Prefeitura cortada por falta de pagamento. Enquanto isso, o prefeito prefere gastar com carros do que garantir serviços básicos à população. A licitação, no valor de R$ 1.847.496,00, escancara as prioridades distorcidas da gestão Faustino. Em vez de investir em medicamentos, transporte escolar ou na regularização da folha de pagamento, a administração opta por veículos sem motorista e sem combustível um verdadeiro escândalo com dinheiro público.
Entre os modelos listados estão SUVs, caminhonetes 4×4 e até vans de alto custo, com aluguéis mensais que ultrapassam R$ 11 mil por unidade. Tudo isso em meio a um cenário de abandono, com servidores sem receber em dia e prédios públicos com a energia cortada.
O contraste é cruel: de um lado, uma população sem atendimento digno nos postos de saúde; do outro, contratos superfaturados para locação de veículos que sequer incluem motoristas. A pergunta que ecoa nas ruas é simples: a quem esses carros vão realmente servir?
O prefeito Faustino parece mais preocupado em montar uma frota oficial digna de multinacional do que em resolver os problemas reais da cidade. A população sofre com ruas esburacadas, escolas sucateadas e um sistema de saúde à beira do colapso, mas a prioridade do governo é o luxo sobre quatro rodas.
É inaceitável que uma cidade mergulhada no caos administrativo, com arrecadação milionária em apenas 10 dias, escolha empurrar a população para o abandono enquanto gasta cifras astronômicas com veículos alugados. Uma afronta à dignidade do povo.
Especialistas apontam que esse recurso milionário poderia quitar salários, abastecer postos de saúde, reformar escolas e garantir transporte escolar de qualidade. Mas a gestão municipal prefere apostar em contratos questionáveis que levantam suspeitas e indignação.
O povo de Porto do Mangue não aguenta mais ser deixado de lado enquanto os cofres públicos são drenados por contratos duvidosos. O escândalo do aluguel de carros é só mais um capítulo de uma gestão marcada pelo descaso, pela ostentação e pela completa falta de compromisso com quem realmente precisa.
Porto do Mangue
Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.
A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.
A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.
Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.
Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.
Porto do Mangue
MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.
De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.
Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.
O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.
Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.
Porto do Mangue
CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.
De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.
O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.
Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.
No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.
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