Porto do Mangue
R$ 9 MILHÕES EM FOLHA: PREFEITURA DE PORTO DO MANGUE VIRA CABIDE DE EMPREGOS?

A gestão do prefeito Dino começou com o pé no acelerador mas no que diz respeito ao inchaço da máquina pública. Em apenas um ano, os gastos com pessoal saltaram de R$ 5,8 milhões para quase R$ 10 milhões. Um crescimento explosivo de mais de 70%, que deixa a população em alerta e levanta suspeitas de uso político da estrutura administrativa.
Enquanto escolas enfrentam dificuldades, a saúde vive em crise e a infraestrutura da cidade pede socorro, a folha de pagamento segue engordando em ritmo desenfreado. A pergunta que ecoa nas ruas é clara: para quem está sendo feita essa gestão? Para o povo, ou para um grupo restrito de aliados?
Internamente, o clima é de desconfiança. Cada vez mais surgem indícios de que cargos comissionados estão sendo usados como moeda de troca para abrigar cabos eleitorais, apadrinhados e aliados políticos. A Prefeitura virou, ao que tudo indica, um grande balcão de favores.
O custo dessa política é alto e quem paga a conta é a população. Com o orçamento comprometido por uma folha inflada, investimentos em áreas essenciais são sufocados. Enquanto isso, a cidade para, os serviços públicos definham e o povo sofre à espera de respostas que não chegam.
E onde está a Câmara Municipal diante de tudo isso? O silêncio da maioria dos vereadores é ensurdecedor. A fiscalização, que deveria ser firme e independente, parece ter dado lugar a acordos de bastidores. Há quem diga que indicações e cargos também estejam sendo distribuídos entre os próprios parlamentares.
O povo de Porto do Mangue esperava uma gestão séria, comprometida com eficiência e responsabilidade. O que vê, no entanto, é uma prefeitura transformada em cabide de empregos, onde a prioridade não é o bem-estar coletivo, mas a manutenção de um grupo no poder.
A explosão de gastos não pode ser ignorada. Mais de R$ 4 milhões a mais em apenas cinco meses é um número que fala por si. E a tendência é piorar, caso nada seja feito para conter essa avalanche de despesas. A cidade corre o risco de entrar em colapso financeiro.
Porto do Mangue precisa de gestores que enxerguem além dos próprios interesses. Que governem para todos, e não apenas para os seus. A população não pode continuar assistindo calada enquanto a cidade é loteada por conveniências políticas. Chegou a hora de cobrar transparência, responsabilidade e respeito com o dinheiro público.
Porto do Mangue
Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.
A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.
A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.
Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.
Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.
Porto do Mangue
MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.
De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.
Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.
O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.
Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.
Porto do Mangue
CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.
De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.
O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.
Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.
No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.
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