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Afonso Bezerra

Reflorescer firma parceria com Secretarias de Agricultura e Educação de Afonso Bezerra.

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Nesta quarta (17), a equipe do Projeto Reflorescer se reuniu com as secretarias municipais de Agricultura e Educação de Afonso Bezerra, no Rio Grande do Norte, para apresentar os resultados do projeto obtidos até o presente momento e fortalecer as parcerias.

A primeira reunião foi com o secretário municipal de agricultura, Ivanildo Xavier dos Santos. Essa aproximação é importante para somar esforços e otimizar ainda mais as ações do projeto com a a colaboração da secretaria. O encontro reforçou os laços entre o projeto e a secretaria, garantindo apoio para as iniciativas voltadas a agricultura e a educação ambiental nas comunidades atendidas pelo projeto.

Outra importante reunião foi feita com a secretária municipal de educação e cultura, Monara Leila Oliveira, para obtenção de suporte institucional, integração com a comunidade escolar e ampliação do impacto social positivo do projeto, beneficiando um maior número de alunos através de uma proposta pedagogica buscando a integração da horta com as atividades do currículo escolar.

“Apresentamos o projeto e o que está sendo desenvolvido, especialmente nas escolas das comunidades do assentamento Alto da Felicidade, Agrovilas I e II, como a implantação de hortas comunitárias para ações de educação ambiental integrada e a possibilidade de integração com a grade curricular”, detalhou a coordenadora do Reflorescer, Kelem Nunes.

A colaboração com as Secretarias de Agricultura e de Educação do município visa contribuir para a sustentabilidade do projeto, assegurando sua continuidade a longo prazo. Além disso, foi uma oportunidade de troca de aprendizados, experiências e práticas, propiciando diálogo sobre o andamento e os resultados do Reflorescer.

Os encontros contaram com a participação da educadora ambiental do projeto, Natália Gouveia, e da presidente da Associação do Alto da Felicidade II, Rejane Fragoso.

Patrocinado pela 3R Petroleum, o Reflorescer tem como principais objetivos o reflorestamento de uma área de 60 hectares, assim como estimular a conscientização ambiental e o desenvolvimento sustentável em comunidades agrárias de Afonso Bezerra e Pendências, o que será vantajoso não apenas para os municípios, mas para todo o Rio Grande do Norte.

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VERGONHA NA SAÚDE DE AFONSO BEZERRA: PACIENTES SÃO OBRIGADOS A ESPERAR ATENDIMENTO SENTADOS NO CHÃO

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VERGONHA NA SAÚDE DE AFONSO BEZERRA: PACIENTES SÃO OBRIGADOS A ESPERAR ATENDIMENTO SENTADOS NO CHÃO

A cena é revoltante e expõe a triste realidade da saúde pública de Afonso Bezerra. Pacientes, muitos deles debilitados, estão sendo obrigados a esperar atendimento médico e odontológico sentados no chão da Unidade Básica de Saúde localizada em frente ao Centro Rural.

Segundo moradores, a situação teria sido causada pela retirada das cadeiras da recepção, com a alegação absurda de que “estavam fazendo barulho”. É difícil acreditar que, em pleno 2025, a solução encontrada para um suposto incômodo tenha sido tirar o mínimo de conforto de quem já chega fragilizado.

O ato é mais do que falta de sensibilidade é desprezo total pela dignidade humana. Como o secretário de saúde e o diretor da UBS permitem que pessoas fiquem no chão, aguardando atendimento, como se estivessem em um local improvisado e não em uma unidade de saúde oficial?

Essa postura revela uma gestão fria e descompromissada com o bem-estar da população. Em vez de melhorar a estrutura, resolver problemas e humanizar o atendimento, preferem impor condições humilhantes para quem mais precisa.

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O prefeito Haroldo de Jango e sua equipe precisam explicar como uma cidade que recebe repasses regulares para a saúde não consegue manter sequer cadeiras na recepção. Onde está o dinheiro? Por que a população está pagando com a própria dignidade pela má gestão?

Não estamos falando de luxo, mas de condições básicas que qualquer cidadão tem direito de encontrar em um posto de saúde. A retirada das cadeiras não é apenas um descuido é um retrato de descaso e negligência administrativa.

A população de Afonso Bezerra precisa se mobilizar. Não é aceitável que se normalizem cenas de pacientes no chão, aguardando atendimento como se fossem invisíveis para o poder público.

É urgente que o Ministério Público seja acionado para investigar e cobrar responsabilidades. O povo não pode continuar sendo tratado como problema, quando na verdade é vítima de um sistema falho e mal gerido.

O dinheiro da saúde é do povo e deve ser usado para garantir um atendimento digno, humanizado e respeitoso. Se faltam cadeiras, não faltam recursos para comprá-las o que falta é vontade política e respeito pela população.

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CRISE ESCANCARADA: PREFEITO HAROLDO DE JANGO DEIXA AFONSO BEZERRA NO LIMBO

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O município de Afonso Bezerra, carinhosamente chamado de “Flor do Sertão”, vive um de seus períodos mais sombrios. Sob a administração do prefeito Haroldo de Jango, a cidade enfrenta um cenário alarmante de abandono, perseguições políticas e descaso absoluto com áreas essenciais.

Denúncias se acumulam diariamente em portais locais e regionais, escancarando o profundo descontentamento da população. Moradores relatam uma verdadeira falência da gestão pública, marcada por autoritarismo, falta de transparência e inércia administrativa.

Na saúde, a situação é trágica. O Hospital Municipal, que deveria ser um pilar de cuidado e acolhimento, virou sinônimo de precariedade. Falta estrutura, faltam medicamentos, falta gestão. A população mais vulnerável sofre na pele o colapso de um sistema que deveria protegê-la.

Como se não bastasse o abandono institucional, escândalos financeiros agravam ainda mais a crise. A recente compra de uma casa milionária por um aliado político do prefeito levantou suspeitas gravíssimas. Para a população, trata-se de um claro desvio de prioridades e, possivelmente, de recursos.

Na educação, a revolta é ainda maior. Professores concursados estão sendo alvos de perseguição política por parte da própria prefeitura. Sob o comando de uma “comissão especial”, instaurada com viés autoritário, profissionais são julgados de forma parcial e arbitrária, colocando em risco a integridade do serviço público.

O nome de Maria Augusta, diretora do CMER, surge no centro dessa polêmica. Outrora defensora da educação, ela agora é acusada de liderar um processo de perseguição institucional contra colegas, ferindo a ética e manchando sua própria trajetória.

A casa de apoio da prefeitura em Natal, destinada a pacientes em tratamento médico, virou mais um símbolo do descaso. Vídeos chocantes revelam a oferta de alimentos em condições deploráveis: frango cru, refeições duvidosas e total falta de respeito à dignidade humana.

A revolta tomou conta das redes sociais. Indignados, moradores exigem investigação imediata sobre o contrato com a empresa fornecedora da alimentação. A população quer respostas e quer justiça com o dinheiro público.

Diante de tantos abusos, omissões e sinais de corrupção, é inaceitável que as autoridades continuem silentes. A situação exige ação enérgica de órgãos de controle, Ministério Público e demais instituições fiscalizadoras. O povo de Afonso Bezerra não pode mais esperar.

A “Flor do Sertão” clama por respeito. Chega de promessas vazias, chega de perseguição, chega de desgoverno. A população exige uma gestão honesta, humana e comprometida com o bem comum. A verdade precisa prevalecer e os culpados devem responder.

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ATÉ QUANDO HAROLDO DE JANGO VAI ESCONDER A VERDADE E DESAFIAR A JUSTIÇA?

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ATÉ QUANDO HAROLDO DE JANGO VAI ESCONDER A VERDADE E DESAFIAR A JUSTIÇA?

Mais uma vez, o prefeito Haroldo de Jango, de Afonso Bezerra, demonstra seu desprezo pelo Estado de Direito ao desafiar, de forma escancarada, uma ordem judicial que determina a reintegração imediata de professores concursados. A Justiça já decidiu, o Ministério Público já se posicionou com firmeza, mas o chefe do Executivo municipal insiste em ignorar a Constituição, as leis e, sobretudo, o respeito ao funcionalismo público.

Em despacho recente, o Ministério Público foi direto: revogue as nomeações ilegais e cumpra a liminar judicial. No entanto, em vez de obedecer a ordem judicial, o prefeito adota manobras que apenas aprofundam a crise institucional em Afonso Bezerra. A mais nova jogada foi editar outro decreto, criando uma comissão formada por aliados políticos para “avaliar” os concursados um verdadeiro teatro para tentar justificar o injustificável.

É um absurdo sem precedentes. Como pode uma comissão claramente parcial julgar a legalidade de servidores que foram aprovados por mérito em concurso público? Estamos diante de uma perseguição escancarada, um atentado contra a estabilidade do servidor público e uma afronta direta à autonomia da Justiça. O “Decreto do Mal” nº 085/2025 já entrou para a história como símbolo de autoritarismo e vingança política.

Enquanto isso, professores seguem afastados injustamente, sem salário e com suas vidas suspensas por um capricho político. Profissionais que passaram por um processo seletivo rigoroso e conquistaram seus cargos de forma limpa e honesta agora são tratados como criminosos por um gestor que parece agir como se estivesse acima da lei. Isso não é gestão pública é abuso de poder, é desgoverno, é humilhação institucional.

A cidade de Afonso Bezerra está cansada. A população assiste perplexa ao desrespeito crônico às decisões judiciais e à escalada persecutória contra trabalhadores da educação. Não é possível construir um futuro digno com um prefeito que usa decretos como armas de retaliação e transforma o serviço público em um campo de guerra pessoal.

O que mais precisa acontecer para que as autoridades superiores tomem providências? As decisões judiciais não são sugestões – são ordens que devem ser cumpridas sob pena de responsabilização. Se o prefeito se recusa a cumprir a lei, cabe à Justiça agir com firmeza e mostrar que a legalidade não é negociável, tampouco opcional.

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É hora de dar um basta. Chega de perseguição, chega de autoritarismo. Os concursados merecem respeito, os educadores merecem dignidade e a cidade merece um gestor que saiba o significado da palavra justiça. Governar não é perseguir, é servir. E quem não está à altura da função pública precisa ser responsabilizado.

Afonso Bezerra não é uma ilha isolada da Constituição. A Justiça foi feita para ser cumprida. E o povo está de olho. Porque quando um prefeito desafia a Justiça, quem paga a conta é o cidadão honesto que só quer viver em uma cidade justa e respeitosa com seus direitos.

Seja os detalhes no Link 1 e Link 2

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