Porto do Mangue
SEM QUALQUER JUSTIFICATIVA PLAUSIVEL, FAUSTINO ANÚNCIA ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA EM PORTO DO MANGUE.

O município de Porto do Mangue, localizado no Rio Grande do Norte, novamente vê seu prefeito, Faustino, adotar uma estratégia controversa, ao declarar estado de calamidade pública por um período de 180 dias. Essa medida, que já foi utilizada em administrações anteriores, visa facilitar a contratação direta de serviços e obras sem a necessidade de licitação. A decisão tem gerado repercussões, principalmente em relação à transparência e aos critérios para a utilização dos recursos públicos.
A declaração de calamidade pública permite ao prefeito celebrar contratos sem a formalidade da licitação, o que é frequentemente visto como uma maneira de acelerar a execução de obras e serviços. Contudo, essa flexibilização nos processos de contratação tem gerado desconfiança, pois há receios de que ela possa ser usada para beneficiar empresas de forma pouco transparente e sem o devido controle social.

De acordo com a justificativa do governo municipal, a medida seria necessária devido a um quadro de emergência financeira e estrutural enfrentado pela cidade. No entanto, especialistas alertam para o risco de que, em um cenário como esse, a falta de licitação poderia resultar em um uso indevido dos recursos públicos, especialmente em contratos de valores elevados, como obras e serviços que superam milhões de reais.
A repetição dessa estratégia em Porto do Mangue levanta questionamentos sobre a real necessidade de tais declarações de calamidade. Críticos apontam que a utilização excessiva desse expediente enfraquece os mecanismos de fiscalização e, em muitos casos, cria um ambiente propício para o favorecimento de empresas com vínculos políticos ou financeiros com o governo local.
Ao mesmo tempo, o prefeito Faustino defende que a medida é imprescindível para a gestão da cidade, permitindo que projetos essenciais para o desenvolvimento da região sejam concluídos sem entraves burocráticos. Contudo, para a população e entidades de controle, é vital que haja uma maior transparência na execução desses contratos, com auditorias independentes e a garantia de que os recursos públicos sejam efetivamente utilizados em benefício da população de Porto do Mangue.
Porto do Mangue
Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.
A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.
A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.
Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.
Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.
Porto do Mangue
MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.
De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.
Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.
O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.
Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.
Porto do Mangue
CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.
De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.
O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.
Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.
No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.
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