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Porto do Mangue

ASSISTÊNCIA SOCIAL OU FOLHA DE PAGAMENTO? MAIS DE 60% DO ORÇAMENTO VAI PARA SALÁRIOS EM PORTO DO MANGUE

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ASSISTÊNCIA SOCIAL OU FOLHA DE PAGAMENTO? MAIS DE 60% DO ORÇAMENTO VAI PARA SALÁRIOS EM PORTO DO MANGUE

Nos primeiros seis meses deste ano, a Secretaria de Assistência Social de Porto do Mangue gastou exatos R$ 1.228.717,32. No entanto, o que mais chama atenção nos números oficiais não é o valor total, mas como ele foi distribuído: mais da metade do orçamento foi destinada exclusivamente ao pagamento de salários.

Somente com folha de pagamento foram consumidos R$ 779.418,76 valor que corresponde a 63% de todo o orçamento da pasta no semestre. Dentro desse montante, R$ 442.453,11 foram pagos a profissionais contratados por meio de Organização Social (OS), um modelo de terceirização que já levanta questionamentos em diversas cidades pelo Brasil.

Outros R$ 336.965,65 foram direcionados a servidores comissionados e efetivos da própria estrutura pública. Ou seja, o gasto com pessoal é tão elevado que deixa pouco espaço para o investimento direto em ações sociais, justamente a razão de existir da secretaria.

A principal missão da Assistência Social é atender a população mais vulnerável, com programas de transferência de renda, projetos de apoio familiar, acolhimento de pessoas em situação de risco, distribuição de benefícios eventuais e promoção da cidadania. Mas como fazer isso com menos de 40% do orçamento disponível para essas finalidades?

Enquanto salários são garantidos e repassados religiosamente todos os meses, muitas famílias seguem sem acesso a políticas públicas efetivas. Crianças, idosos, pessoas com deficiência e famílias em situação de pobreza precisam de apoio prático, não apenas de discursos.

O uso excessivo de recursos com pessoal pode indicar uma inversão de prioridades. Ao invés de colocar a população no centro das ações, a estrutura administrativa da secretaria parece consumir boa parte do que deveria ser revertido em atendimento direto.

O modelo de contratação via OS, inclusive, merece atenção redobrada. Em vários municípios, esse tipo de contratação tem sido alvo de investigações por falta de transparência e por servir de instrumento para indicações políticas ou manutenção de cabides de emprego.

Diante disso, a pergunta que fica é direta e necessária: com tanto sendo gasto para manter a estrutura da assistência social funcionando, quanto está realmente sobrando para o povo de Porto do Mangue?

Porto do Mangue

Sem Agricultores, Faustino Surge em Evento no Assentamento Apenas com Motorista e Contratados

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O que era para ser um momento de diálogo e aproximação com os trabalhadores do campo acabou chamando atenção por outro motivo. Durante evento realizado em um assentamento no município de Porto do Mangue, o prefeito Faustino apareceu em registro fotográfico acompanhado apenas do motorista e de dois contratados da gestão.

A ausência de agricultores na imagem repercutiu entre moradores da comunidade, que esperavam maior participação dos principais interessados nas ações e anúncios direcionados ao setor rural. O encontro, que tinha como foco pautas voltadas ao desenvolvimento do assentamento, não contou com representantes visíveis da classe produtora local no momento do registro.

A situação levantou questionamentos nas redes sociais, onde internautas comentaram sobre a falta de presença dos próprios assentados em um evento realizado dentro da comunidade. Para muitos, a imagem acabou transmitindo uma mensagem diferente da proposta inicial do encontro.

Moradores destacaram que o fortalecimento do homem do campo depende de diálogo direto, escuta ativa e participação efetiva dos agricultores nas decisões que impactam suas rotinas. A ausência no registro fotográfico acabou se tornando o principal assunto, ofuscando o conteúdo discutido na ocasião.

Até o momento, não houve posicionamento oficial esclarecendo os motivos da ausência de agricultores na foto. O episódio reacende o debate sobre representatividade e aproximação entre gestão pública e comunidades rurais no município.

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Porto do Mangue

MP visita Porto do Mangue e apura supostas irregularidades graves na Saúde

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O Ministério Público do Rio Grande do Norte esteve na cidade de Porto do Mangue na última segunda-feira para realizar diligências relacionadas à área da Saúde no município.

De acordo com informações apuradas, durante a visita teriam sido verificadas e constatadas situações consideradas graves. O conteúdo detalhado da investigação segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação oficial de informações mais específicas neste momento.

Ainda segundo fontes, a atuação do MP agora avançaria para uma fase com provas consideradas mais robustas. A apuração pode atingir diretamente a gestão municipal, já que tanto o prefeito Faustino quanto o secretário municipal de Saúde, Wilton Medeiros, exercem função de ordenadores de despesas da pasta.

O caso tem gerado preocupação nos bastidores da administração municipal. O Ministério Público deverá se manifestar oficialmente após a conclusão dos procedimentos legais.

Seguiremos acompanhando o desenrolar dos fatos.

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Porto do Mangue

CARNAVAL DE PORTO DO MANGUE: R$ 8 MILHÕES ARRECADADOS E UMA ESTRUTURA QUE GERA POLÊMICA

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Mesmo com quase R$ 8 milhões arrecadados apenas nos primeiros meses de 2026, o Carnaval de Porto do Mangue se tornou alvo de críticas e espanto. A expectativa de uma grande estrutura festiva, compatível com os números divulgados, acabou dando lugar à perplexidade e à indignação popular.

De acordo com informações oficiais, a arena do evento teria sido sustentada simbolicamente por “apenas quatro tijolos” — uma expressão que rapidamente ganhou força entre moradores e nas redes sociais. A frase passou a representar o contraste gritante entre arrecadação robusta e uma infraestrutura considerada modesta.

O episódio levanta questionamentos inevitáveis sobre prioridades administrativas, planejamento e transparência na aplicação dos recursos públicos. Para muitos, a discrepância entre receita e estrutura reforça a sensação de desalinhamento entre discurso institucional e realidade visível.

Em uma cidade onde o carnaval representa não apenas festa, mas também identidade cultural e movimentação econômica, a situação ecoa além do campo político. Comerciantes, turistas e a própria população local sentem os reflexos de um evento que deveria ser vitrine e celebração.

No fim, o que era para ser palco de alegria coletiva se transforma em combustível para debates acalorados. Entre números milionários e “quatro tijolos”, Porto do Mangue vê seu carnaval envolto em uma narrativa que mistura surpresa, cobrança e incredulidade.

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