Enquanto aliados da gestão tentam minimizar a crise enfrentada pela população de Porto do Mangue, a realidade segue mostrando um cenário preocupante dentro da administração municipal. Desta vez, o problema atingiu diretamente a educação pública do município.
A Escola Municipal Francisca Sarafim teve o fornecimento de energia suspenso por falta de pagamento, gerando indignação entre moradores, pais de alunos e servidores. O caso rapidamente ganhou repercussão e aumentou ainda mais as críticas contra a atual gestão.
Durante passagem da nossa redação pelo local, a própria equipe responsável pelo serviço confirmou que o corte estava sendo realizado devido à ausência de pagamento. A cena chamou atenção de quem passava pela escola e reforçou o sentimento de revolta na cidade.
Enquanto isso, aliados políticos da administração, entre eles o vereador Juscelino Gregório, seguem tentando defender a gestão diante da sequência de problemas enfrentados pelo município. Nas redes sociais, moradores questionam o silêncio e as justificativas apresentadas diante da gravidade da situação.
O episódio levanta questionamentos sobre as prioridades da administração municipal. Para a população, não há como tratar como algo normal o corte de energia em uma escola pública, principalmente em um município que deveria priorizar serviços essenciais.
A situação também aumentou a pressão sobre vereadores da base governista. Internautas passaram a cobrar posicionamentos mais firmes do vereador Juscelino Gregório e de outros aliados da gestão, questionando até quando problemas como esse continuarão acontecendo em Porto do Mangue.
Pais de alunos relatam preocupação com os impactos causados à rotina escolar e afirmam que a população está cansada de desculpas e discursos políticos enquanto serviços básicos continuam sendo prejudicados pela falta de planejamento administrativo.
No fim das contas, a energia foi cortada, a escola ficou no escuro e a população mais uma vez sofre as consequências da crise administrativa. Em Porto do Mangue, cresce a sensação de abandono enquanto o caos segue atingindo serviços essenciais do município.






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